E se tudo - de tão ermo - te assusta
E o amor - de tão frio - se afasta
E a vida - de tão tênue - te assopra
E se teu corpo - de tão forte - te deixa?
Tantos sinais que te cegam os olhos.
Tanta vida...
que a luta por tê-la, te foge?
Não. Jamais. Ninguém. Ousa.
Celebrar, te cala profundamente os sentidos.
Portanto, a esperança - de tão terca - te abraça.









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