Sentir fluir
Como brisa que inebria.
Sentir vigor
Como corpo em rebeldia.
Sentir amor
Como mundo atemporal.
Sentir correr
Como chuva no quintal.
*Imagem gerada por IA Gemini
Sentir fluir
Como brisa que inebria.
Sentir vigor
Como corpo em rebeldia.
Sentir amor
Como mundo atemporal.
Sentir correr
Como chuva no quintal.
*Imagem gerada por IA Gemini
Que venha incerto quanto necessário,
como o estrondo suave anunciando boa nova
de algo que desperta antes de ter nome.
Que a incerteza seja o território onde você descobre
que também sabe caminhar no escuro,
e que o desconhecido, às vezes,
é só o futuro pedindo passagem
erguendo-se como um portal.
Que seja criativo quanto possível,
como no gesto mais raro: o de ousar existir de outro jeito.
Que ideias cheguem como relâmpagos mansos,
clareando o que parecia impossível,
e que você encontre, no meio do caos,
um fio de ouro que só você enxerga.
E que seja íntegro quanto indispensável,
como uma força antiga, que rompe com o impostor,
que mantém o coração alinhado ao que importa.
Que sua verdade seja espada e abrigo,
que sua ética seja chão firme mesmo quando o mundo treme,
e que você permaneça inteiro no exato ponto onde muitos se
perdem.
Que 2026 não seja apenas vivido,
mas atravessado por alegrias,
como quem passa por uma tempestade
e sai do outro lado com o olhar mais vasto
e a alma mais sua. Sem derreter.
Logo penso que em um dia, tudo passa
Ignoro se anjos ou demônios sopram ao revés
Vejo um futuro que não me assombra; ao contrário, me acolhe
Resistindo aos dias em que não me escuto
Esperando a suave brisa de um beijo.
Lentamente
Insisto
Veementemente
Revelar
Esperança
*imagem produzida por IA CoPilot, 2025
*magem gerada IA-FluxPro
Linda meninasozinha
quietinha
Dormindo
em nuvens
em planos
em sonhos
Andando
no céu
na lua
no rio
Vivendo
o dia
o sol
ao léu
Linda menina
Tão pura
Tão mel
Estou aqui.
Ainda.
Pelas mulheres de maio.
Pelos homens de outono.
Pela honestidade da luta.
Ainda estou aqui, tal qual estive "Logo Ali"
porque é ali que ela mora.
Bem pertinho da nossa cegueira.
Não tenho o tamanho de um prêmio.
Tenho a esperança de um Porto
Tenho o cultivo de um horto.
Tenho a liberdade da arte...
A-Grael do humano.
Suspirando em um Monte, numa estação de histórias...
subindo as Torres... traduzindo livros
De um filho que, após anos, documentou um pai.
Não desejo o prêmio, por eles.
Celebro a vida de poder ser povo.
Celebro o momento de ser eu mesma.
E no fim de uma memória, contemplar a História.
Recusar desaparecer.
Ser serva do presente.
E me fazer contente.
Quando o indizível, torna-me visível.
(*sobre a indicação ao Oscar 2025)
Um silêncio que ensurdece
Uma página onde não se escreve
Sonoros "nãos" que empalidecem
Uma alma... que se embrutece.
...
shhhh !!
Único ser que se forma
Na calada das dores que afloram
Iras contidas da colonização de mentes (dementes?)
Razões que assombram, mas brilham na Alma
(-)
Vamos?
Ontem,
Sobra.
*composto durante o evento Mormaço Cultural, Porto Velho - RO. Pequenas alterações em relação ao original.